Somos iguais. Mas somos também ‘yguais’, ou seja, diferentes dos demais. Afinal, de perto ninguém é normal. Cada um tem suas singularidades, aquilo que no torna único. E é mais ou menos assim que esperamos que cada leitor, colaborador, visitante, internauta ou participante do Ygual se sinta: singular. Sem deixar de ser igual. Entendeu?
O público gay, lésbico, transexual, bissexual e simpatizante é, a cada dia que passa, maioria. Pense bem: em alguma dessas categorias você se encaixa, não? O heterossexual homofóbico e/ou indiferente, que insiste que a diversidade sexual não existe, é um ser em extinção – felizmente! Agora, se não houver esta sintonia, então o melhor é ir embora. Porque nós não vamos falar com você, e temos certeza de que você não irá se interessar com o que temos a dizer. Ou então fique, entre como quem não quer nada, e descubra aos poucos como esse novo mundo é possível e real.
Somos Yguais, porém diferentes. Gostamos de tantas coisas, cores, estilos e prazeres que é praticamente impossível nos definir como um conjunto homogêneo. Por isso que é importante o respeito às diferenças. São graças a elas que as mudanças acontecem, as criações se concretizam e os espaços se abrem. Aqui tem cultura, arte, cinema, dança, teatro, música, literatura, pintura, escultura, televisão, internet, consumo, comportamento, saúde, gastronomia, turismo, lazer. E mais um pouco. Sem abuso, mau gosto, constrangimentos ou embaraços. Com muito orgulho, simpatia, elegância e sinceridade. Cada dia mais diferente. E, ao mesmo tempo, mais ygual.