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	<title>Ygual</title>
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	<description>porém diferente</description>
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		<title>Oh, Julia! We beg you for more butter!</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 18:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Lunkes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Child]]></category>
		<category><![CDATA[Julia’s Kitchen Wisdom]]></category>
		<category><![CDATA[Julie & Julia]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[The French Chef]]></category>
		<category><![CDATA[The New York Post]]></category>
		<category><![CDATA[vinagrete]]></category>

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		<description><![CDATA[O Chef Luciano Lunkes conta como foi seu encontro com a lendária Julia Child, vista há pouco nos cinemas na pele da incrível Meryl Streep, no filme "Julie &#038; Julia"!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-470" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2010/01/meryl-streep-660x438.jpg" alt="" width="660" height="438" /></p>
<p>A sinopse de <strong><em>“Julie &amp; Julia”</em></strong> (imagem acima) já sugere quem seria essa personagem ímpar que, segundo o <em>The New York Post</em>, deixou a sua indiscutível marca na cultura do século 20: <em>“with the right combination of passion, fearless and butter, anything is possible”</em>. Bingo! Julia Child era a exata combinação de todos esses ingredientes estranhamente harmonizados com o seu corpo de proporções engrandecidas: uma mulher apaixonada, destemida e saborosamente amanteigada. Muito amanteigada. Como a sua cozinha.</p>
<p>Seus admiradores afirmam que são três as razões pelas quais essa inusitada chef é imensamente amada pelo seu fiel público: porque era uma pessoa íntegra, dócil e super <em>easy going</em>; porque encontrou uma maneira (e que ninguém sabe muito bem como!) de ficar por tantos anos em uma cozinha sem atear fogo no seu cabelão quimicamente armado; e, por último, porque dizia aos americanos nos seus imperdíveis programas de TV que não haveria nenhum problema se algum alimento caísse acidentalmente ao chão, pois seriam eles, os telespectadores, provavelmente os únicos que estariam em suas cozinhas testemunhando aquela queda. Ou seja, “<em>simplesmente junte o naco e faça de conta que nada aconteceu</em>”. <em>Cute, isn’it?</em> Também acho. Mas imagino que Julia era admirada, acima de tudo, por ser uma criatura persistente. Muito persistente.</p>
<p>Isso me faz lembrar uma historinha divertida que uma amiga pessoal de Julia me contou certa vez. Estavam as duas preparando um aioli, uma espécie de maionese francesa. O angu não estava dando muito certo. Dorothy, a amiga, estava bastante frustrada com o não-resultado. Após várias tentativas e proporcionais erros, jogaram tudo para o alto e desistiram da empreitada. Comeram o aioli assim mesmo, todo errado. Logo após o almoço, Julia, estranhamente animada, levanta-se de sobressalto e esbraveja com sua inconfundível voz de desenho animado (assustadoramente bem reproduzida por Meryl Streep no filme, por sinal): “<em>Dorothy, voltemos agora à cozinha. Let’s get it right!</em>” Ela tinha, então, 85 anos e já havia preparado inúmeros aiolis em sua longa vida quixotesca. Mas estava determinada a acertar aquele! E nada a faria mudar de idéia.</p>
<p>Tive a feliz oportunidade de conhecer <em>Misses Child</em> em uma ocasião durante os meus anos na <em>Big Apple</em>. Julia esteve<img class="alignright size-medium wp-image-471" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2010/01/Julia-Child-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" /> em uma tarde no <em>The French Culinary Institute</em> para dar uma aula-demonstração no anfiteatro dessa renomada escola de gastronomia plantada à esquina da Grand Street com a Broadway, no Soho. Naquela época eu trabalhava no Setor de Eventos do Anfiteatro e fora destacado, juntamente com outras pessoas, para auxiliar a vovó Child na preparação e execução de sua breve aula. Iria, finalmente, conhecer essa grande-figura-grande de quem eu já me sentia íntimo, de uma certa forma, de tanto ouvir falar nela e de assistir a seus engraçados programas de gastronomia.</p>
<p>É praticamente desnecessário dizer que aquela foi uma tarde muito bacana. Julia Child, apesar da sua idade super avançada e de seu visível cansaço, foi formidável. Interessou-se por todos à sua volta. Quis saber um pouco sobre a trajetória de cada um. Envolveu todos de uma forma amável, delicada e com o seu característico bom humor. Solicitava auxílio de uma forma muito respeitosa e franca. Dez para a Juju! Mais uma vez foi comprovado, através dessa incrível senhora, que a marca dos grandes é definitivamente a humildade, a simplicidade, a paixão, o esforço e, no caso de Julia Child, a manteiga. <em>A lot of it</em> !</p>
<p>***</p>
<p>Parar ajudá-los a entender um pouco mais sobre a importância dessa senhora: os EUA dos anos 50 e 60 estavam no auge de seu dourado “<em>american way</em>” – mas, por outro lado, encontrava-se no ponto mais baixo e desolador de seu “<em>american cooking way</em>”. Era praticamente impossível, naquela época, encontrar produtos hortifrutigranjeiros frescos nas prateleiras dos supermercados. Ingredientes simples como alho, cebola, ervas, aipo, folhas verdes etc, eram artigos quase inimagináveis. No lugar destes, e por toda a parte, proliferavam os milagrosos enlatados, os mágicos bolos e pudins de caixinha, as saudáveis margarinas, os prá-lá-de-práticos <em>junk food</em> e <em>fast food</em> e os cômodos diners. Havia uma obsessão pelos alimentos instantâneos que, por sorte, ajudavam as donas de casa a preservar suas vistosas cozinhas-vitrines em instantânea ordem. <em>Smile, you are being watched</em>!</p>
<p>E é nesse cenário que Julia Child entra para dar um rumo totalmente diferente aos hábitos alimentares dos entusiasmados yankees. Seu programa de TV, “<em>The French Chef</em>”, convidava as entediadas e sem-ter-muito-o-que-fazer donas-de-seus-castelos a se aventurarem por um território bastante obscuro que, não obstante, certamente lhes daria uma espécie de novo rumo, de projeto, de <em>life purpose</em> capaz de auxiliariar as rainhas-reféns-de-seus-próprios-paraísos-domésticos a preencher um provável vazio existencial! Jogaram-se, então, como abelhas, ávidas ao pote de mel. <em>Good bye</em> depressão. O resto é história.</p>
<p>***</p>
<p><strong>Vinagrete Básico</strong> (traduzido do livro “<em>Julia’s Kitchen Wisdom</em>”)</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-472" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2010/01/book-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" />Que tal dar um upzinho na sua saladinha de verão? Julia pode ensinar como!</p>
<p>½ colher de sopa de cebola roxa, finamente picada<br />
½ colher de sopa de mostarda dijon<br />
¼ de colher de chá de sal<br />
½ colher de sopa de suco de limao<br />
½ colher de sopa de vinagre de vinho<br />
½ xícara de óleo de oliva extra virgem<br />
Pimenta do reino moída na hora</p>
<p><em>Preparo</em><br />
Misture a cebola picada e a mostarda em uma vasilha de fundo redondo. Adicione e suco de limão e o vinagre e mexa com o auxilio de um fuê.<br />
Adicione em um fio o óleo de oliva e bata em movimentos circulares até virar uma emulsão.<br />
Acrescente a pimenta preta. Teste o vinagrete mergulhando uma pequena folha de alface. Experimente e faça as correções necessárias.</p>
<p>*Super versátil, esse vinagrete básico pode ser feito em grandes quantidades e armazenado na geladeira por até uma semana.</p>
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		<title>POP – Matthew Morrison, do seriado “Glee”, nega que seja gay</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 22:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Broadway]]></category>
		<category><![CDATA[Elle]]></category>
		<category><![CDATA[Glee]]></category>
		<category><![CDATA[Hairspray]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew Morrison]]></category>
		<category><![CDATA[The Advocate]]></category>

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O ator norte-americano Matthew Morrison, que recentemente foi indicado ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator de Televisão em Série de Comédia ou Musical pelo papel de Will Schuester, no seriado-sensação “Glee”, negou durante uma entrevista à revista Elle que seja homossexual. O astro, apesar de fotos divulgadas pela internet (como essa acima), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-457" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2010/01/matthew-morrison-middle-360x500.jpg" alt="" width="360" height="500" /></p>
<p>O ator norte-americano Matthew Morrison, que recentemente foi indicado ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator de Televisão em Série de Comédia ou Musical pelo papel de Will Schuester, no seriado-sensação <strong><em>“Glee”</em></strong>, negou durante uma entrevista à revista <em>Elle</em> que seja homossexual. O astro, apesar de fotos divulgadas pela internet (como essa acima), de ter estrelado musicais da Broadway como <strong><em>“Hairspray”</em></strong> e de já ter dado entrevistas à revistas assumidamente gays, como a <em>The Advocate</em>, confirmou sua heterossexualidade ao repórter Joe Zee. Confira parte da conversa:</p>
<p>ELLE: <em>Você é uma estrela do teatro musical, foi entrevistado pela Advocate e é muito discutido no site Manhunt, além de ser estrela do seriado “Glee”, chamado por muitos como o programa mais gay da televisão norte-americana. Você deve estar bem orgulhoso por ser o primeiro homem abertamente gay a ser entrevistado por nós.</em></p>
<p>MATTHEW MORRISON: <em>Eu não sou gay.</em></p>
<p>ELLE: <em>Pois então, havia lido em vários lugares a respeito da sua heterossexualidade, mas à luz de tantas evidências eu fiquei em dúvida&#8230;</em></p>
<p>MM: <em>Eu cresci cantando e dançando, então tenho sido chamado de ‘gay’ pelas pessoas desde a quinta série. Já ouvi absolutamente de tudo sobre isso que você possa imaginar. Mas eu amo o público gay, e por isso não vou reagir como se tivesse ficado insultado ou irritado com isso.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-459" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2010/01/Matthew-Morrison-Glee-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></p>
<p>Morrison foi também indicado ao Satellite Awards deste ano pelo mesmo trabalho, enquanto que <strong><em>“Glee”</em></strong> concorre ao prêmio do Sindicato dos Atores como Melhor Elenco, além de já ter sido eleito Melhor Série do Ano no People Choice Awards.</p>
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		<title>POP – Colin Farrell será padrinho de casamento do irmão gay</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 22:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Farrell]]></category>
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		<category><![CDATA[Steven Mannion]]></category>
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De acordo com os jornais irlandeses, o ator Colin Farrell (que interpretou um imperador bissexual em “Alexandre” e o objeto de desejo do melhor amigo em “Uma Casa no Fim do Mundo”) será novamente o padrinho do próprio irmão, Eamon Farrell, que irá se casar neste final de semana com o noivo, Steven Mannion, 25. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-452" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/colin_farrell1.jpg" alt="" width="640" height="418" /></p>
<p>De acordo com os jornais irlandeses, o ator Colin Farrell (que interpretou um imperador bissexual em <strong><em>“Alexandre”</em></strong> e o objeto de desejo do melhor amigo em <strong><em>“Uma Casa no Fim do Mundo”</em></strong>) será novamente o padrinho do próprio irmão, Eamon Farrell, que irá se casar neste final de semana com o noivo, Steven Mannion, 25. Colin, 33, é o irmão mais novo de Eamon, 37.  Eamon pediu a mão de Steven em Nova York há mais de um ano, e os dois casaram no verão passado no Canadá. Agora, os dois resolveram consolidar o relacionamento deles na Irlanda, onde mora a família Farrel. Eamon é um respeitado professor de dança, e há mais de 10 anos trabalha no <em>National Performing Arts School</em>, em Dublin. Steven, por sua vez, foi um dos seus mais talentosos alunos. Colin ficou tão feliz com a cerimônia que até ajudou o irmão a escolher um anel de diamantes e safiras para presentear o noivo. As duas irmãs deles, Claudine e Catherine, assim como a mãe, Rita, já confirmaram presença!</p>
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		<title>ESPORTE – Cesar Cielo é eleito o melhor atleta de 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 13:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[César Cielo]]></category>
		<category><![CDATA[Frederick Bousquet]]></category>

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		<description><![CDATA[César Cielo fechou o ano com chave de ouro. O nadador, que desde as vitórias nos últimos Jogos Olímpicos tem protagonizado diversos ensaios fotográficos em revistas femininas (como as fotos ao lado), foi eleito pelo público, com 77% dos votos, e premiado nesta segunda-feira, no Ginásio do Maracanãzinho, como o melhor atleta olímpico do Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-447" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/cielo_01-200x3001.jpg" alt="" width="200" height="300" />César Cielo fechou o ano com chave de<img class="alignright size-full wp-image-448" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/cielo_02-197x3001.jpg" alt="" width="197" height="300" /> ouro. O nadador, que desde as vitórias nos últimos Jogos Olímpicos tem protagonizado diversos ensaios fotográficos em revistas femininas (como as fotos ao lado), foi eleito pelo público, com 77% dos votos, e premiado nesta segunda-feira, no Ginásio do Maracanãzinho, como o melhor atleta olímpico do Brasil em 2009. Este foi o segundo ano consecutivo que Cielo conquistou o prêmio do Comitê Olímpico Brasileiro. Recentemente, ele foi campeão mundial dos 50m e 100m na Copa do Mundo de Roma, e bateu nesta última sexta-feira, na piscina do Pinheiros, em São Paulo, o recorde mundial dos 50m com o tempo de 20s91. O recorde da prova pertencia ao francês Frederick Bousquet, que tinha a marca de 20s94. Após a premiação, Cesar Cielo disse querer descansar e aproveitar as férias com a família. <em>“Dia 15 volto para os Estados Unidos para passar mais cinco meses sozinhos. Então agora eu vou comer muita besteira e curtir o momento com a família e amigos”</em>, declarou.</p>
<p>(<em>fonte Lance Press</em>)</p>
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		<title>Por que a promessa de Mika não vingou</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 03:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[The Boy Who Knew Too Much]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando Mika surgiu, deu uma sacudida na parada das músicas mais tocadas e dos singles mais vendidos do Reino Unido. Ele era diferente e refrescante. Em janeiro de 2007, emplacou &#8216;Grace Kelly&#8217; no topo das mais pedidas e, de lambuja, colocou o ótimo álbum de estreia &#8220;Life in Cartoon Motion&#8221; no primeiro lugar da Inglaterra.
Daí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-430" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/mika.jpg" alt="" width="500" height="366" /></p>
<p>Quando Mika surgiu, deu uma sacudida na parada das músicas mais tocadas e dos singles mais vendidos do Reino Unido. Ele era diferente e refrescante. Em janeiro de 2007, emplacou <em>&#8216;Grace Kelly&#8217;</em> no topo das mais pedidas e, de lambuja, colocou o ótimo álbum de estreia <strong><em>&#8220;Life in Cartoon Motion&#8221;</em></strong> no primeiro lugar da Inglaterra.</p>
<p>Daí a ele se tornar a grande promessa para aquele ano não foram dois passos. Choveram comparações que iam de Freddy Mercury a Prince, passando por Elton John e pelo muito icônico David Bowie. Até prêmio de revelação da principal premiação da música pop do Reino Unido, o Brit Awards, ele levou. Só que a expectativa, por assim dizer, não vingou. Pelo menos não como se esperava.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-431" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/mika460-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" />A verdade é que de novo o líbano-americano criado em Londres não tinha nada. Há pelo menos quatro anos ele tentava algum sucesso de público. Do álbum de estreia, a excelente <em>&#8216;Relax, Take it Easy&#8217;</em> foi a primeira tentativa de um hit. A música, porém, fez um desempenho muito tímido nas paradas britânicas, figurando apenas na posição de número 18. Logo depois, numa história semelhante a que trouxe o recente sucesso do também britânico La Roux, a Universal Records encontrou nosso garoto e relançou o álbum. Dessa vez, com <em>&#8216;Grace Kelly&#8217;</em> como carro-chefe. Aí começaram o sucesso e aquelas comparações oitentistas cheias de <em>glam</em> e <em>glitter</em>.</p>
<p>Só que elas, no entanto, fazem bem mais sentido com <em><strong>“The Boy Who Knew Too Much”</strong></em>, segundo trabalho de estúdio do moço, do que com o anterior. O sucesso do primeiro CD se dá justamente porque, embora o remontemos à atmosfera ‘<em>Freddy Mercury meets David Bowie’</em>, a comparação acaba por aí. Ela morre na praia, graças a deus. O <strong><em>“Life&#8230;”</em></strong> é, antes de qualquer outra coisa, um trabalho autoral, com uma marca de um artista que estava se divertindo ao recriar uma sonoridade que há muito não se ouvia. Ele é um trabalho sem medo, quase que pretensiosamente despretensioso. Cheio de referências, como não podia deixar de ser, mas essencialmente refrescante. E com letras brilhantes e inteligentes, como as de <em>&#8216;Billy Brown&#8217;</em> e <em>&#8216;Stuck in the middle&#8217;</em>, só para citar duas.</p>
<p>Em <strong><em>“The Boy&#8230;”</em></strong>, a coisa fica um pouco diferente. A sonoridade não é nova. O momento já não é mais tão favorável, levando-se em conta uma cena britânica que está, a cada semana, mais dinâmica e mutável do que costumava ser. Aí aquela comparação se torna inevitável e, de certo modo, não benéfica. Das letras menos trabalhadas verbalmente e arranjos mais pomposos às cores exuberantes dos videoclipes, tudo ali remonta mais a esse espectro dos anos 80. O álbum, então, se esvai de personalidade no uso de uma superprodução que aparenta uma tentativa de contornar alguma possível crise de criatividade.</p>
<p><strong><em>“Life in Cartoon Motion”</em></strong>, apesar das comparações, possui uma marca original do artista mais evidente do que o segundo CD. Nele, Mika parece muito mais preocupado em mostrar quem é para o público, com todas as influências e perspectivas pessoais, do que em tentar impor um estilo. E quando se faz isso baseando-se fortemente em algo que já foi feito, a coisa fica estranha.</p>
<p>O que acontece com <strong><em>“The Boy Who Knew Too Much”</em></strong> parece justamente o contrário. Aqui, o artista deixa de lado<img class="alignright size-medium wp-image-432" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/50-2007-mika-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" /> a criatividade motora do primeiro trabalho e abre espaço para a necessidade de impor uma maneira de fazer música. A qualidade da produção do segundo álbum é impecável. A construção de cada música como parte de uma obra maior é muito mais pensada aqui do que o que se pode ouvir em <strong><em>“Life in Cartoon Motion”</em></strong>, por exemplo. Mas a questão extrapola este ponto.</p>
<p>Em <strong><em>“The Boy Who Knew Too Much”</em></strong>, o artista soube demais como fazer um álbum muito bem construído, sem furos e redondo. O espaço para sonoridades novas e experimentações não usuais, entretanto, foi sufocado pelo excesso da técnica. Que o segundo álbum é um trabalho formidável, disso não há dúvida. Que o segundo álbum é um produto que combina bom gosto e ponderação musical, isso se pode perceber ao escutá-lo com atenção. Mas talvez o esforço do menino Mika em se tornar um artista sólido tenha minado sua criatividade. O que ouvimos no novo trabalho é excelente, mas que, nem de longe, se compara ao &#8216;amadorismo&#8217; gostoso, refrescante e necessário à criatividade que <strong><em>“Life in Cartoon Motion”</em></strong> apresentou ao mundo. Se antes Mika lançou a promessa para o mundo da música, Agora ele a matou pela ironia do desejo de se tornar um bom artista.</p>
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		<title>TURISMO – Confirmada a primeira balada GLS em Torres (RS)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 02:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está marcada para o dia 02 de janeiro de 2010 a festa “Beach Queens Tour’s”, na boate Seven. Auto-proclamada como a ‘primeira balada GLS’ da principal praia do Rio Grande do Sul, a festa promete reunir o melhor do tecno-house atual, com generosas pitadas de Divas internacionais. Madonna, Spice Girls, Shakira, Whitney Houston, Mariah Carey, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está marcada para o dia 02 de janeiro de 2010 a festa “<em>Beach Queens Tour’s</em>”, na boate Seven. Auto-proclamada como<img class="alignright size-medium wp-image-426" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/torres-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" /> a ‘<em>primeira balada GLS’</em> da principal praia do Rio Grande do Sul, a festa promete reunir o melhor do tecno-house atual, com generosas pitadas de Divas internacionais. Madonna, Spice Girls, Shakira, Whitney Houston, Mariah Carey, Lady GaGa, Rihanna, Britney Spears, Cher e Christina Aguilera prometem marcar presença no line up. As pickups serão comandadas por dois DJ’s ao mesmo tempo, além da participação de top drags, gogo boys e performances exclusivas. Os interessados em ganhar um free pass e entrar para a lista vip de convidados devem entrar em contato pelo email <a href="mailto:baladagls.torres@hotmail.com" target="_blank">baladagls.torres@hotmail.com</a>.</p>
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		<title>FURICO LI FURICO LA &#8211; VENCEDOR DO SHOW DO GONGO 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 16:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/V9ZybA9SQYA&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/V9ZybA9SQYA&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="360"></embed></object>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/V9ZybA9SQYA&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/V9ZybA9SQYA&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>MÚSICA – Mika encaminha mensagem de final de ano aos fãs</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 16:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mika]]></category>

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		<description><![CDATA[O cantor Mika, que se declarou bissexual há poucos meses atrás, encaminhou aos fãs de todo o mundo uma mensagem de Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Confira:

“Olá, pessoal, aqui é o Mika!
Estou escrevendo do meu apartamento em Londres, onde acabei de montar meu pinheiro de Natal. Eu gostaria de agradecê-los – vocês tem sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor Mika, que se declarou bissexual há poucos meses atrás, encaminhou aos fãs de todo o mundo uma mensagem de Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Confira:</p>
<p><em><img class="aligncenter size-full wp-image-383" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/mika_christmas.jpg" alt="" width="600" height="335" /></em></p>
<p><em>“Olá, pessoal, aqui é o Mika!</em></p>
<p><em>Estou escrevendo do meu apartamento em Londres, onde acabei de montar meu pinheiro de Natal. Eu gostaria de agradecê-los – vocês tem sido realmente fantásticos! Os últimos meses foram espetaculares, e o apoio de todos vocês foi fundamental.</em></p>
<p><em>Estamos começando a nos organizar para a turnê do próximo ano – e 2009 foi um período muito frutífero, com novas possibilidades e estou agora ansioso pelo feriado de Natal. Tenho certeza que vocês compartilham comigo este mesmo sentimento. E estou contando os dias para cairmos na estrada com a nova turnê!</em></p>
<p><em>Eu apenas gostaria de dizer ‘muito obrigado’ por tudo que vocês acrescentaram ao que nós temos realizado, e isto tem sido realmente fantástico.</em></p>
<p><em>Tenham todos um Feliz Natal e nos veremos em 2010.</em></p>
<p><em>M x”</em></p>
<p>O texto original e outras informações sobre o artista podem ser encontrados no site oficial, <a href="http://www.mikasounds.com" target="_blank">www.mikasounds.com</a>.</p>
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		<title>MÚSICA – Revista OUT escolhe os álbuns mais gays de todos os tempos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 20:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ygual</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antony and the Johnsons]]></category>
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		<description><![CDATA[Esqueça todas as Divas. Segundo uma eleição promovida pela Revista Out (EUA), o disco mais gay de todos os tempos é &#8220;The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &#38; The Spiders From Mars&#8221;, lançado por David Bowie em 1972. Claro que a imagem de Bowie com o rosto pintado com um raio vermelho é super [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Esqueça todas as Divas. Segundo uma eleição promovida pela Revista Out (EUA), o disco mais gay de todos os tempos é &#8220;The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &amp; The Spiders From Mars&#8221;, lançado por David Bowie em 1972. Claro que a imagem de Bowie com o rosto pintado com um raio vermelho é super gay (inclusive inspirou o filme “C.R.A.Z.Y.”), mas é no mínimo curioso o fato do eleito não ser um artista assumidamente gay nem se tratar de um nome como Cher, Kylie Minogue ou Britney Spears!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Entre os 10 mais votados, no entanto, temos outros artistas ‘completamente gays’. Madonna, o maior nome da música pop atual, aparece em oitavo lugar com a sua coletânea “The Immaculate Collection”. Cyndi Lauper, The Smiths, Tracy Chapman e Elton John são outros destaques, além da icônica Judy Garland!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Confira abaixo os 10 primeiros colocados e corra ouvir todos esses álbuns:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">1) The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &amp; The Spiders From Mars – David Bowie</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">2) The Smiths – The Smiths</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">3) Tracy Chapman – Tracy Chapman</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">4) Indigo Girls – Indigo Girls</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">5) Judy at Carnegie Hall – Judy Garland</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">6) The Queen Is Dead – The Smiths</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">7) Goodbye Yellow Brick Road – Elton John</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;"> <img src='http://www.ygual.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> The Immaculate Collection – Madonna</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">9) She’s So Unusual – Cyndi Lauper</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">10) I’m a Bird Now – Antony and the Esqueça todas as Divas. Segundo uma eleição promovida pela Revista Out (EUA), o disco mais gay de todos os tempos é &#8220;The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &amp; The Spiders From Mars&#8221;, lançado por David Bowie em 1972. Claro que a imagem de Bowie com o rosto pintado com um raio vermelho é super gay (inclusive inspirou o filme “C.R.A.Z.Y.”), mas é no mínimo curioso o fato do eleito não ser um artista assumidamente gay nem se tratar de um nome como Cher, Kylie Minogue ou Britney Spears!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Entre os 10 mais votados, no entanto, temos outros artistas ‘completamente gays’. Madonna, o maior nome da música pop atual, aparece em oitavo lugar com a sua coletânea “The Immaculate Collection”. Cyndi Lauper, The Smiths, Tracy Chapman e Elton John são outros destaques, além da icônica Judy Garland!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Confira abaixo os 10 primeiros colocados e corra ouvir todos esses álbuns:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">1) The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &amp; The Spiders From Mars – David Bowie</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">2) The Smiths – The Smiths</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">3) Tracy Chapman – Tracy Chapman</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">4) Indigo Girls – Indigo Girls</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">5) Judy at Carnegie Hall – Judy Garland</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">6) The Queen Is Dead – The Smiths</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">7) Goodbye Yellow Brick Road – Elton John</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;"> <img src='http://www.ygual.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> The Immaculate Collection – Madonna</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">9) She’s So Unusual – Cyndi Lauper</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">10) I’m a Bird Now – Antony and the Johnsons</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-372" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/Ziggy+Stardust.jpg" alt="" width="400" height="400" /></p>
<p>Esqueça todas as Divas. Segundo uma eleição promovida pela <a href="http://www.out.com" target="_blank">Revista Out </a>(EUA), o disco mais gay de todos os tempos <img class="alignleft size-full wp-image-375" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/davidbowie-aladdinsane.jpg" alt="" width="257" height="235" />é <em>&#8220;The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &amp; The Spiders From Mars&#8221;</em>, lançado por David Bowie em 1972. Claro que a imagem de Bowie com o rosto pintado com um raio vermelho é super gay (inclusive inspirou o filme <strong><em><a href="http://www.ygual.com.br/home/loucos-de-amor" target="_self">“C.R.A.Z.Y.”</a></em></strong>), mas é no mínimo curioso o fato do eleito não ser um artista assumidamente gay nem se tratar de um nome como Cher, Kylie Minogue ou Britney Spears!</p>
<p>Entre os 10 mais votados, no entanto, temos outros artistas ‘completamente gays’. Madonna, o maior nome da música pop atual, aparece em oitavo lugar com a sua coletânea <em>“The Immaculate Collection”</em>. Cyndi Lauper, The Smiths, Tracy Chapman e Elton John são outros destaques, além da icônica Judy Garland!</p>
<p>Confira abaixo os 10 primeiros colocados e corra ouvir todos esses álbuns:</p>
<p>1 ) <em>The Rise And Fall Of Ziggy Stardust &amp; The Spiders From Mars</em> – David Bowie<img class="alignright size-medium wp-image-378" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/album-the-immaculate-collection-300x299.jpg" alt="" width="300" height="299" /><br />
2 ) <em>The Smiths</em> – The Smiths<br />
3 ) <em>Tracy Chapman</em> – Tracy Chapman<br />
4 ) <em>Indigo Girls</em> – Indigo Girls<br />
5 ) <em>Judy at Carnegie Hall</em> – Judy Garland<br />
6 ) <em>The Queen Is Dead</em> – The Smiths<br />
7 ) <em>Goodbye Yellow Brick Road</em> – Elton John<br />
8 ) <em>The Immaculate Collection</em> – Madonna<br />
9 ) <em>She’s So Unusual</em> – Cyndi Lauper<br />
10 ) <em>I’m a Bird Now</em> – Antony and the Johnsons</p>
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		<title>Ponderações e Inflamações do Mundo Pop</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 03:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O universo Pop tem disso. Por debaixo de uma superfície aparentemente fútil, há uma efervescência de produções que o mantém vivo e que, pela rapidez com que acontece, acaba passando sem que se perceba. O lance aqui é estar atento às mudanças e entender que, aqui, nem tudo é o que parece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Não existe outro espaço dentro da música que sofra tantas reviravoltas em tão pouco tempo com o do Pop. Acusado de reproduzir mesmices, ele parece carecer, na verdade, de uma análise capaz de encarar este tipo de arte como sendo séria. Dizer que a ousadia e o novo não encontram lugar dentro de um mundo preocupado em reproduzir &#8216;o mesmo&#8217; guiado pela lógica mercantilista não é melhor caminho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Nos Estados Unidos, por exemplo, nem Shakira, nem Madonna, nem Mariah Carey fazem atualmente as músicas mais ouvidas, aquela que é pop de popular mesmo. Apesar disso, embora Shakira tenha trabalhado com o Timbaland, produtor batido que acaba de lançar seu segundo álbum de estúdio e single novo com participação da cantora francesa que ninguém conhece &#8216;So shy&#8217; (essa, sim, com sonoridade nova, devo dizer), o &#8216;She Wolf&#8217; é bem diferente de &#8216;Oral Fixation&#8217; e &#8216;Laundry Service&#8217;, só para citar os trabalhos lançados em inglês. Existe evolução evidente no novo álbum, tanto no que tange às letras quanto ao que se refere às próprias produções, que têm um ar dance bem forte.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Em relação à Mariah, tenho uma ponderação. Discordo de quem afirma que &#8216;Memoirs of an Imperct Angel&#8217; remete, por causa das baladas, ao início da carreira. &#8216;Obsessed&#8217; está aí para dizer o contrário. &#8216;Memoirs&#8217;, na verdade, parece uma tentativa de resgatar o sucesso de público e de crítica do aclamado &#8216;The Emancipation of Mimi&#8217; (2005), um CD que carregou baladas de enorme sucesso mundial, como &#8216;We Belong Together&#8217; e &#8216;Don&#8217;t Forget About Us&#8217;. Vale lembrar que, às vésperas do lançamento de seu filme “Glitter”, em 2001, e do final do casamento com o Motolla, que aconteceu um pouco antes, a carreira de Mariah estava destruída. O lançamento de 2005 não só a ressuscitou como deu um boost absurdo na imagem dela. Quando ‘E=MC²’ chegou às lojas, Mariah veio com a &#8216;desculpa&#8217; de que o CD tinha mais hip-hop porque era &#8216;a sobremesa do Emancipation of mimi&#8217;. O álbum, que de doce não tinha nada, nem sequer se equiparou ao sucesso do anterior. Este contexto, para mim, explica bem melhor as baladas de &#8216;Memoirs of an Imperfect Angel&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Falar de Rihanna, hoje, é complicado. A comparação do controverso &#8216;Rated R&#8217; com &#8216;Good Girl Gone Bad&#8217; é muito forçada. GGGB possui hits mundiais estrondosos. &#8216;Rated R&#8217; é um álbum sombrio, fruto de um trabalho da artista sobre o caso de agressão de Chris Brown. &#8216;Rated R&#8217;, talvez, seja o trabalho pop &#8216;mais difícil&#8217; de ser interpretado e absorvido por amantes de &#8216;Umbrella&#8217;, &#8216;Don&#8217;t Stop the Music&#8217;, &#8216;Rehab&#8217; e &#8216;Shut up and Drive&#8217;. A produção do novo CD é obscura e as letras, não raras vezes, são amargas. A primeira música de trabalho, por exemplo, &#8216;Russian Roulette&#8217;, é sobre uma menina que se mata! A música chegou a até ser acusada de poder influenciar garotas indefesas a quererem se suicidar. De &#8216;you can stand under my umbrella&#8217; para &#8217;so pull the trigger&#8217;, há um longo e tortuoso caminho. Sem contar passagens como &#8216;It&#8217;s too late to think of the value of my life&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">O que falar de Lady GaGa? Dizer que a moça busca influências dos anos 80 e anos 90 é redundante. Redundante porque é muito abrangente e não quer dizer absolutamente nada. Qualquer músico que existe hoje com certeza tem alguma influência de alguma coisa que aconteceu nos últimos 30 anos na música. É aqui que acho que o &#8216;a regra do pop é não ousar&#8217; cai por terra. Das 4 cantoras citadas, ela é a que mais faz sucesso. É a que mais vende também. É a mais pop. E é a que mais ousa. Além do que falar de GaGa sem falar da imagem dela é um pecado! O lance da moça, mais do que as músicas para dançar, são as letras kind of cool, como &#8216;i wanna take a ride on you disco stick&#8217; ou &#8216;i&#8217;m a free bitch baby&#8217;, e as apresentações bizarras, com sangue, gente pendurada, peitos que cospem fogo e roupas que quase beiram à bagaceirice de tanto não fazerem sentido. Recentemente, GaGa declarou que ela não é modelo, não é atriz e que não precisa ser bonita e elegante. Legal, né?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Agora, na Europa, a situação fica ainda mais interessante. O pop inglês, que mais tarde vende bastante no mundo, se renova muito constantemente. Tivemos Blur, Oasis e Arctic Monkeys, todos passados. No Charts UK feito pela Radio 1 da BBC, o que mais vende na terra da rainha hoje é o pessoal do &#8216;irmão&#8217; inglês do American Idol, X-Factor. A ex-x-factor Leona Lewis, que alcançou estrondoso sucesso mundial de vendas com ‘Bleeding Love’, sempre está entre os dez mais tocados. Atualmente, Alexandra Burke, Laura White, Cheryl Cole e a boyband JLS, todos também do mesmo reality show, &#8216;topeiam&#8217; as paradas por lá.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Há também a cena do pop inglês de meninas com letras ousadinhas e som eletrônico, que se iniciou mais ou menos há uns 7 anos com a Jem e tem trazido nomes como Lily Allen, Kate Nash, Katie White (do Ting Tings) e Florence Welch, só para citar alguns. Shakira, por exemplo, estreou depois de uma mega divulgação só na posição #26, muito baixo. Sem falar da cena synthpop de La Roux, Bat for Lashes, FrankMusik, Ellie Goulding, pessoal que tem levado os prêmios &#8216;pop&#8217; e &#8216;indie&#8217; das maiores revistas inglesas, como Mobo e NME magazine.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Por fim, como falar de música pop sem falar de Black Eyed Peas? O grupo, e a Fergie, é claro, tomou de assalto totalmente as paradas do mundo inteiro com o último álbum. Os caras ficaram umas 20 semanas nos EUA em #1 com &#8216;I Gotta Feeling&#8217; e &#8216;Boom Boom Pow&#8217;. Na Inglaterra, a mesmíssima coisa. E o novo single &#8216;Meet me Halfway&#8217; está a caminho de repetir o sucesso das músicas anteriormente lançadas de &#8216;The E.N.D&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">O universo Pop tem disso. Por debaixo de uma superfície aparentemente fútil, há uma efervescência de produções que o mantém vivo e que, pela rapidez com que acontece, acaba passando sem que se perceba. O lance aqui é estar atento às mudanças e entender que, aqui, nem tudo é o que parece. Aquilo que hoje é hype, amanhã pode se tornar ultrapassado. Mesmo.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-358" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/lady_gaga_bad_romance.jpg" alt="" width="720" height="460" /></p>
<p>Não existe outro espaço dentro da música que sofra tantas reviravoltas em tão pouco tempo com o do Pop. Acusado de reproduzir mesmices, ele parece carecer, na verdade, de uma análise capaz de encarar este tipo de arte como sendo séria. Dizer que a ousadia e o novo não encontram lugar dentro de um mundo preocupado em reproduzir &#8216;o mesmo&#8217; guiado pela lógica mercantilista não é melhor caminho.</p>
<p>Nos Estados Unidos, por exemplo, nem Shakira, nem Madonna, nem Mariah Carey fazem atualmente as músicas mais ouvidas, aquela que é pop de popular mesmo. Apesar disso, embora Shakira tenha trabalhado com o Timbaland, produtor batido que acaba de lançar seu segundo álbum de estúdio e single novo com participação da cantora francesa que ninguém conhece <em>&#8216;So shy&#8217;</em> (essa, sim, com sonoridade nova, devo dizer), o <em>&#8216;She Wolf&#8217;</em> é bem diferente de <em>&#8216;Oral Fixation&#8217;</em> e <em>&#8216;Laundry Service&#8217;</em>, só para citar os trabalhos lançados em inglês. Existe evolução evidente no novo álbum, tanto no que tange às letras quanto ao que se refere às próprias produções, que têm um ar dance bem forte.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-359" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/mariah-carey-grande-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Em relação à Mariah, tenho uma ponderação. Discordo de quem afirma que <em>&#8216;Memoirs of an Imperfect Angel&#8217;</em> remete, por causa das baladas, ao início da carreira. <em>&#8216;Obsessed&#8217;</em> está aí para dizer o contrário. <em>&#8216;Memoirs&#8217;</em>, na verdade, parece uma tentativa de resgatar o sucesso de público e de crítica do aclamado <em>&#8216;The Emancipation of Mimi&#8217;</em> (2005), um CD que carregou baladas de enorme sucesso mundial, como <em>&#8216;We Belong Together&#8217;</em> e <em>&#8216;Don&#8217;t Forget About Us&#8217;</em>. Vale lembrar que, às vésperas do lançamento de seu filme <em><strong>“Glitter”</strong></em>, em 2001, e do final do casamento com o Motolla, que aconteceu um pouco antes, a carreira de Mariah estava destruída. O lançamento de 2005 não só a ressuscitou como deu um boost absurdo na imagem dela. Quando <em>‘E=MC²’</em> chegou às lojas, Mariah veio com a &#8216;desculpa&#8217; de que o CD tinha mais hip-hop porque era <em>&#8216;a sobremesa do Emancipation of Mimi&#8217;</em>. O álbum, que de doce não tinha nada, nem sequer se equiparou ao sucesso do anterior. Este contexto, para mim, explica bem melhor as baladas de <em>&#8216;Memoirs of an Imperfect Angel&#8217;</em>.</p>
<p>Falar de Rihanna, hoje, é complicado. A comparação do controverso <em>&#8216;Rated R&#8217;</em> com <em>&#8216;Good Girl Gone Bad&#8217;</em> é muito forçada. <em>GGGB</em> possui hits mundiais estrondosos. <em>&#8216;Rated R&#8217;</em> é um álbum sombrio, fruto de um trabalho da artista sobre o caso de agressão de Chris Brown. <em>&#8216;Rated R&#8217;</em>, talvez, seja o trabalho pop &#8216;mais difícil&#8217; de ser interpretado e absorvido por amantes de <em>&#8216;Umbrella&#8217;</em>, <em>&#8216;Don&#8217;t Stop the Music&#8217;</em>, <em>&#8216;Rehab&#8217;</em> e <em>&#8216;Shut up and Drive&#8217;</em>. A produção do novo CD é obscura e as letras, não raras vezes, são amargas. A primeira música de trabalho, por exemplo, <em>&#8216;Russian Roulette&#8217;</em>, é sobre uma menina que se mata! A música chegou a até ser acusada de poder influenciar garotas indefesas a quererem se suicidar. De <em>&#8216;you can stand under my umbrella&#8217;</em> para <em>&#8217;so pull the trigger&#8217;</em>, há um longo e tortuoso caminho. Sem contar passagens como <em>&#8216;It&#8217;s too late to think of the value of my life&#8217;</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-360" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/Rihanna+Rated+R-300x228.png" alt="" width="300" height="228" /></p>
<p>O que falar de Lady GaGa? Dizer que a moça busca influências dos anos 80 e anos 90 é redundante. Redundante porque é muito abrangente e não quer dizer absolutamente nada. Qualquer músico que existe hoje com certeza tem alguma influência de alguma coisa que aconteceu nos últimos 30 anos na música. É aqui que acho que o &#8216;a regra do pop é não ousar&#8217; cai por terra. Das 4 cantoras citadas, ela é a que mais faz sucesso. É a que mais vende também. É a mais pop. E é a que mais ousa. Além do que falar de GaGa sem falar da imagem dela é um pecado! O lance da moça, mais do que as músicas para dançar, são as letras <em>kind of cool</em>, como <em>&#8216;i wanna take a ride on you disco stick&#8217;</em> ou <em>&#8216;i&#8217;m a free bitch baby&#8217;</em>, e as apresentações bizarras, com sangue, gente pendurada, peitos que cospem fogo e roupas que quase beiram à bagaceirice de tanto não fazerem sentido. Recentemente, GaGa declarou que ela não é modelo, não é atriz e que não precisa ser bonita e elegante. Legal, né?</p>
<p>Agora, na Europa, a situação fica ainda mais interessante. O pop inglês, que mais tarde vende bastante no mundo, se renova muito constantemente. Tivemos Blur, Oasis e Arctic Monkeys, todos passados. No Charts UK feito pela Radio 1 da BBC, o que mais vende na terra da rainha hoje é o pessoal do &#8216;irmão&#8217; inglês do American Idol, X-Factor. A ex-x-factor Leona Lewis, que alcançou estrondoso sucesso mundial de vendas com ‘<em>Bleeding Love’</em>, sempre está entre os dez mais tocados. Atualmente, Alexandra Burke, Laura White, Cheryl Cole e a boyband JLS, todos também do mesmo <em>reality show</em>, &#8216;topeiam&#8217; as paradas por lá.</p>
<p>Há também a cena do pop inglês de meninas com letras ousadinhas e som eletrônico, que se iniciou mais ou menos há uns 7 anos com a Jem e tem trazido nomes como Lily Allen, Kate Nash, Katie White (do Ting Tings) e Florence Welch, só para citar alguns. Shakira, por exemplo, estreou depois de uma mega divulgação só na posição #26, muito baixo. Sem falar da cena synthpop de La Roux, Bat for Lashes, FrankMusik, Ellie Goulding, pessoal que tem levado os prêmios &#8216;pop&#8217; e &#8216;indie&#8217; das maiores revistas inglesas, como Mobo e NME magazine.</p>
<p>Por fim, como falar de música pop sem falar de Black Eyed Peas? O grupo, e a Fergie, é claro, tomou de assalto totalmente as paradas do mundo<img class="alignright size-medium wp-image-361" src="http://www.ygual.com.br/home/wp-content/uploads/2009/12/black-eyed-peas-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" /> inteiro com o último álbum. Os caras ficaram umas 20 semanas nos EUA em #1 com <em>&#8216;I Gotta Feeling&#8217;</em> e <em>&#8216;Boom Boom Pow&#8217;</em>. Na Inglaterra, a mesmíssima coisa. E o novo single <em>&#8216;Meet me Halfway&#8217; </em>está a caminho de repetir o sucesso das músicas anteriormente lançadas de <em>&#8216;The E.N.D&#8217;</em>.</p>
<p>O universo Pop tem disso. Por debaixo de uma superfície aparentemente fútil, há uma efervescência de produções que o mantém vivo e que, pela rapidez com que acontece, acaba passando sem que se perceba. O lance aqui é estar atento às mudanças e entender que, aqui, nem tudo é o que parece. Aquilo que hoje é hype, amanhã pode se tornar ultrapassado. Mesmo.</p>
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